Still here...

Ora bem, aposto que até já estava com saudades minha, vá confessem lá...pois bem, a verdade é que não tenho postado, porque não tenho tido inspiração ou tema, mas vou deixar aqui algo para vos fazer pensar...
Valerá a pena o sacrificio de nascer? Porque é que quando nascemos já sabemos que vamos morrer? não tornará isto, a vida injusta? Será que somos postos no mun do para morrermos? Eu acho que não...para mim estamos aqui por algum motivo, estaremos apenas de passagem, estaremos apenas por acaso? não sei, sei que quem parte não volta, portanto poderá ser um sinal que as coisas não são assim tão más após esta passagem...mas a minha teoria é esta: Vivam a vida ao máximo, aproveitem cada raio de sol, cada criança que vos sorri, cada gesto de carinho que dão ou que recebem, prolonguem um beijo, prolonguem um abraço pois não sabem quando isto acaba, procurem por alguém a que poderão dar o vosso amor, carinho, compreensão, pode ser um amigo, namorado/a, pode ser um sem-abrigo, pode ser uma criança, pode ser um idoso, não interessa, apenas não passem por esta vida de fugida, porque eu acredito que esta é uma dádiva que nos dão logo porque não aproveitar?
Deixo-vos com estas interrogações e já agora um abraço, beijo a todos aqueles que me fazem olhar a vida de uma maneira tão sorridente e espero sempre transmitir a vocês todos o dom de sorrir e de viver!
A ti minha alma gémea apenas te peço que continues comigo do meu lado pois reforças ainda mais esta minha opinião...Obrigado :)
Beijos, abraços e muitos Palhaços ;)
Luis Trigo

4 Comments:
ai, eu amor.. relmente não sabemos porque andamos aqui.. nesta vida fugaz e sem presente.. cada segundo que passa já faz parte do passado.. e por isso é que temos de aproveitar a fugacidade daquele segundo em que estamos a ser felizes, em que estamos a ser abraçados, acariciados, em que estamos a ser mais felizes ainda.. sao esses momentos que muitas vezes nos dão força para continuar.. para seguir em frente quando nada faz sentido.. "porque a vida são dois dias e um é para acordar" neh? amo-te mesmo muito
"De súbito sabemos que é já tarde.
Quando a luz se faz outra, quando os ramos da árvore que somos soltam folhas
e o sangue que tínhamos não arde como ardia, sabemos que viemos e que vamos.
Que não será aqui a nossa festa.
De súbito chegamos a saber que andávamos sozinhos.
De súbito vemos sem sombra alguma que não existe aquilo em que nos apoiávamos.
A solidão deixou de ser um nome apenas.
Tocamo-la, empurra-nos e agride-nos. Dói.
Dói tanto!
E parece-nos que há um mundo inteiro a gritar de dor,
e que à nossa volta quase todos sofrem e são sós.
Temos de ter, necessariamente, uma alma.
Se não, onde se alojaria este frio que não está no corpo?
Rimos e sabemos que não é verdade.
Falamos e sabemos que não somos nós quem fala.
Já não acreditamos naquilo que todos dizem.
Os jornais caem-nos das mãos.
Sabemos que aquilo que todos fazem conduz ao vazio que todos têm.
Poderíamos continuar adormecidos, distraídos, entretidos.
Como os outros.
Mas naquele momento vemos com clareza que tudo terá de ser diferente.
Que teremos de fazer qualquer coisa semelhante a levantarmo-nos de um charco.
Qualquer coisa como empreender uma viagem até ao castelo distante
onde temos uma herança de nobreza a receber.
O tempo que nos resta é de aventura. E temos de andar depressa.
Não sabemos se esse tempo que ainda temos é bastante.
E de súbito descobrimos que temos de escolher aquilo que antes havíamos desprezado.
Há uma imensa fome de verdade a gritar sem ruído,
uma vontade grande de não mais ter medo,
o reconhecimento de que é preciso baixar a fronte e pedir ajuda.
E perguntar o caminho.
Ficamos a saber que pouco se aproveita de tudo o que fizemos,
de tudo o que nos deram, de tudo o que conseguimos.
E há um poema, que devíamos ter dito e não dissemos, a morder a recordação dos nossos gestos.
As mãos, vazias, tristemente caídas ao longo do corpo.
Mãos talvez sujas. Sujas talvez de dores alheias.
E o fundo de nós vomita para diante do nosso olhar aquelas coisas
que fizemos e tínhamos tentado esquecer.
São, algumas delas, figuras monstruosas, muito negras,
que se agitam numa dança animalesca.
Não as queremos, mas estão cá dentro.
São obra nossa.
Detestarmo-nos a nós mesmos é bastante mais fácil do que parece,
mas sabemos que também isso é um ponto da viagem
e que não nos podemos deter aí.
Agora o tempo que nos resta deve ser povoado de espingardas.
Lutar contra nós mesmos era o que devíamos ter aprendido desde o início.
Todo o tempo deve ser agora de coragem. De combate.
Os nossos direitos, o conforto e a segurança? Deixem-nos rir...
Já não caímos nisso! Doravante o tempo é de buscar deveres dos bons.
De complicar a vida.
De dar até que comece a doer-nos.
E, depois, continuar até que doa mais.
Até que doa tudo.
Não queremos perder nem mais uma gota de alegria,
nem mais um fio de sol na alma,
nem mais um instante do tempo que nos resta."
Olá Luís!
Este blog está muito atrasado. Vê se actualizas e também podes ir ao do todomundoeumpalco. Ambos podem ajudar à «nota».
Trabalha, rapaz. Mas não deixes de namorar...
Um abraço
Peixoto
Entrei numa livraria. Pus-me a contar os livros que há para ler e os anos que terei de vida. Não chegam! Não duro nem para metade da livraria! Deve haver certamente outras maneiras de uma pessoa se salvar, senão... estou perdida, pois o Tempo acabou.
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